terça-feira, 29 de novembro de 2011

RELATÓRIO & CONTRAS com Ricardo Araujo Pereira - 28.11.2011 - o "pós-Derby"

No rescaldo do empate com sabor a vitória em Old Trafford e de (nova) vitória sobre o Sporting no grande "derby" do futebol nacional, o RELATÓRIO & CONTRAS recebeu Ricardo Araujo Pereira (RAP).

Bem ao seu jeito, RAP foi irónico e deliosamente dilacerante como só ele sabe, e pode, fazer.
Esta foi a sua visão sobre o Derby de Lisboa e sobre a tão comentada (pela imprensa desportiva) superioridade leonina, a "felicidade" do Benfica e as acusações de racismo a Javi Garcia: 


Video que se complementa com este igualmente interessante: http://youtu.be/QQIvkkcCHJk

 
Continuando na sua toada de futebol ofensivo, que não ofende, RAP passou da análise táctica aos conjuntos (videos anteriores) para uma análise mais técnica aos jogadores, não se coibindo de fazer acutilantes comparações entre Cardozo e duas jovens promessas do futebol encarnado: Rodrigo e o próprio Ricardo.


Finalmente, e porque estava ainda bem fresca na memória encarnada a passagem do Benfica por Old Trafford, RAP partilhou com o auditório do RELATÓRIO & CONTRAS a forma como testemunhou e viveu esse jogo... do barulho das cerca de 3.000 pessoas "aparentadas com turcos" que espanta os ingleses, passando pelos "abraços ternos" aos consócios, até ao prognóstico reservado e realista de 14-0 (afinal de contas jogávamos em casa do finalista da Champions League do ano transacto)... de tudo teve esta edição muito especial do RELATÓRIO & CONTRAS.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

OLD TRAFFORD: visitar pela tarde e silenciar pela noite


Há dias de sorte.
O meu 22 de Novembro de 2011 foi claramente um desses dias.

Depois de uma visita guiada aos principais polos de interesse (cultural e comercial) de Manchester (cidade bem marcada arquitectonicamente pela história do país e pela revolução industrial ali tão sentida), tive a oportunidade de acompanhar a equipa de profissionais da BenficaTV (obrigado Andreia Palmeirim!!!) a uma visita ao mítico PALCO DOS SONHOS (Old Trafford), horas antes do S.L.Benfica ali ser recebido para mais uma decisiva partida na fase de grupos da Champions 2011/12.


Durante essa visita, os profissionais do M.United que nos acompanharam permitiram-nos visitar o Museu (extraordinária a forma como está organizado e como podemos absorver pedaços tão relevantes da história deste colosso do futebol europeu e das próprias competições europeias onde tem assumido - sobretudo nos ultimos anos - enorme papel de relevo) bem como fazer a antevisão da partida no exacto local onde a mesma se disputaria: o relvado deste tão belo estádio de futebol. Uma visita que só por si mesma já seria de recordar "para a vida".



Horas mais tarde e para ajudar a carimbar este 22 de Novembro como um dia para recordar, a equipa de Jorge Jesus e uma enorme massa adepta do Sport Lisboa e Benfica silenciaram Old Trafford empatando a 2 (partindo o Benfica na frente, virando o M.United o resultado e repondo o Glorioso o empate), abrindo as portas da vitória no grupo ao Benfica e comprometendo o apuramento do Manchester...


terça-feira, 15 de novembro de 2011

RELATÓRIO & CONTRAS com Carlos Moniz - 14.11.2011

Edição do RELATÓRIO & CONTRAS cheia de ritmo e musicalidade com a presença do autor, compositor e intérprete Carlos Alberto Moniz, ferveroso benfiquista.


domingo, 6 de novembro de 2011

FUTEBOL AOS APAGÕES (06.11.2011 - Braga 1 SLBenfica 1)


Depois da recepção ao Basileia, o Benfica deslocou-se a Braga para o primeiro de 3 jogos consecutivos fora da Luz (Braga, Naval e Manchester United) onde apenas voltará no próximo dia 26 de Novembro para o grande “derby” de Lisboa.

Os primeiros 10 minutos da partida no Estádio Municipal de Braga prometiam um grande jogo com todos os condimentos necessários para tal: um estádio com perto de 20.000 espectadores, a carga emotiva decorrente das mais recentes deslocações do Benfica a Braga, duas equipas que praticam bom futebol bem encaixadas num mesmo sistema táctico de 4x2x3x1 e um árbitro que parecia querer não ter influência no resultado da partida… seria pura ilusão. O jogo ficaria marcado por cinco falhas técnicas, e as mais graves não seriam as relativas aos três (sim, pasme-se, três !!!) apagões.

Aos 12’, na sequência de um canto que resultou de corte “in extremis” de Ewerton a remate perigoso de Ruben Amorim (a surpresa táctica de Jorges Jesus para esta partida), Douglão puxou Luisão para o solo em disputa pela bola, num penalty claro que o árbitro Pedro Proença perdoou aos Bracarenses – primeira falha técnica - e que certamente, a ser marcado, conferiria ao jogo uma história bem diferente com o Benfica madrugadoramente na frente do marcador. Poucos minutos depois, e com o jogo a ser disputado com muita intensidade, sobretudo a meio campo, eis que falha a energia e a iluminação. Pode acontecer em qualquer estádio, tudo normal até aí. Pedro Proença, bem, interrompeu a partida por 10 minutos até que ficaram reunidas as condições para o seu recomeço. A bola voltou a rolar, os jogadores de ambas as equipas procuravam voltar ao jogo quando ocorre nova falha de energia que a todos obrigou a parar novamente. Parecendo (e sendo) mau demais para ser verdade esta segunda interrupção, a história repetir-se-ia ainda uma terceira vez, condicionando irreversivelmente a qualidade dos primeiros 45 minutos do jogo, dos quais o melhor momento (aos 45’+22’) foi o lance em que Gaitán, após ultrapassar vários adversários, cruzou a preceito para cabeceamento perigoso de Cardozo, com a bola a passar pouco mais de um palmo ao lado da baliza de Quim.

O pior, contudo, estava ainda para chegar antes do intervalo… do intervalo oficial, entenda-se. Aos 79’ da primeira parte (!!!) o mesmo Pedro Proença, que aos 12’ achou por bem não assinalar penalidade nem mostrar cartão amarelo ao Douglão pelo puxão a Luisão, considerou que Emerson terá intencionalmente colocado mão na bola, isto apesar do lateral do Benfica ter virado as costas para Salino antes do cruzamento deste na direcção da área encarnada. A segunda falha técnica grave do árbitro, a marcação desta grande penalidade a favor do Braga, constituiu rude golpe para a equipa encarnada que não merecia seguir para o intervalo em desvantagem, com um sabor na boca a “Deja vu” de visitas anteriores à Pedreira.

Jorge Jesus voltou para as cabines com um sentimento claro de que teria que ser mesmo muito superior ao adversário, e às demais condicionantes, para poder triunfar naquele palco. E a verdade é que o Benfica foi mais expedito no segundo tempo. Mais rápido sobre a bola, pressionando alto e com futebol mais ambicioso - fruto das entradas de Nolito (aos 75’) e, sobretudo, Rodrigo (ao intervalo por indisposição de Gaitan) - o Benfica acabaria por ser “iluminado” por Rodrigo que aos 72’ aproveitou um corte incompleto de Salino, a cruzamento de Maxi, para com o pé esquerdo repor, com frieza de matador, justiça num jogo que o Benfica não merecia claramente perder. A partir desse momento o jogo ficou mais aberto e ambas as equipas procuraram, sem desguarnecer as respectivas estruturas defensivas, chegar ao golo da vitória. Nesta busca, esteve mais perto a equipa da Luz que poderia ter sido feliz por duas vezes: aos 90’ por Bruno César (que bem servido por Rodrigo, numa saída rápida para o ataque, rematou forte mas ao lado do poste direito de Quim) e aos 90’+3’, no último lance do jogo, novamente por Rodrigo que recepcionou bem um passe longo (da direita para a esquerda) de Bruno César e rematou cruzado, de pé canhoto, com a bola a sair muito perto do poste esquerdo. O jogo, atípico por sinal, chegava ao fim com uma igualdade com sabor a pouco para o Benfica da segunda parte… a única em que a iluminação do estádio municipal de braga permitiu que houvesse jogo.

Quis o calendário da Liga 2011/2012 que no primeiro terço da prova o Benfica visitasse o Dragão e a Pedreira na Cidade dos Arcebispos, e a verdade é que ao fecho da 10ª jornada, já com estas duas deslocações efectuadas, o Benfica é líder da prova, o que abre claramente muito boas perspectivas para os dois terços de campeonato por disputar.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

RELATÓRIO & CONTRAS com Rui Pedro Tendinha - 31.10.2011

Edição do RELATÓRIO & CONTRAS onde Rui Pedro Tendinha, crítico de cinema, nos brindou a todos com a sua visão muito própria do futebol. Do suspense na bola à trave que percorre a linha de golo ao drama do penalty falhado no ultimo minuto no período de compensação de uma partida.