Quem tem seguido com um mínimo de atenção o “folclore” da não aprovação, pelas Associações de futebol, dos Estatutos da Federação Portuguesa de Futebol sabe (ou no mínimo desconfia) da podridão em que está mergulhado o futebol nacional.
Só razões muito fortes (de apego ao poder sobre a arbitragem e da manutenção de redes de interesses instalados, financiadas - como se diz por aí à boca cheia - por dinheiros sujos da noite, da corrupção e do que mais pérfido existe na nossa sociedade) podem estar na génese de um posicionamento que é uma sentença de morte à selecção nacional e, pior, aos clubes portugueses que correm o risco de ficar de fora das competições da UEFA, e dos encaixes financeiros que tais provam representam.
Se até ontem pensava que isto era “Triste”, hoje crio um novo vocábulo e penso que é “Xistre”.
Não foi "Xistre" o Benfica ter perdido o jogo ontem na Pedreira, isso algum dia teria de acontecer depois de 18 brilhantes jogos consecutivos a vencer… "Xistre" foi a forma como toda aquela palhaçada foi montada e como, uma vez mais, tudo se passa perante a impunidade de quem devia regular e actuar mas que estará certamente refém deste sistema corrupto e que por isso, comprometido, assobia para o lado.
Não é só "Xistre" ver e sentir o ódio com que a comitiva do Campeão foi recepcionada em Braga que luta actualmente pelo 5º lugar… "Xistre" é perceber que tipo de Administração de um clube é esta que autoriza o seu “speaker” a incitar cânticos não de apoio à equipa que recebe mas contra a equipa que os visita… "Xistre" é não vislumbrar razão para tamanhos festejos no final da partida ao som de “Adio Adio” de José Cid de uma equipa, a de Domingos, que este ano só pode vencer (sonhar) a Liga Europa…
Tão "Xistre" quanto lamentável foi a forma como o árbitro converteu uma falta absurda sobre Javi numa falta contra o Benfica e reduz o campeão nacional a 10 antes do intervalo.
"Xistre" foi estar a ver o jogo e, antes mesmo deste fatídico minuto 41’, ter sentido que isto estava para acontecer. De facto, quando Luisão (19’) fez falta sobre Lima na linha do meio-campo e foi amarelado (ele que estava em risco) e minutos depois (aos 23’) o central Kaká fez falta igual na meia-lua da sua área (!!!) e não viu cartolina amarela, foi perceptível que o palco estava a ser montado. Era um sentimento "Xistre", mas minutos depois provar-se-ia que não estava longe de ser premonitório.
Se o árbitro fosse coerente (idóneo?), Kaká teria visto o primeiro cartão aos 23’ e quando aos 37’ se embrulhou com Saviola deveria ter visto o segundo e consequente expulsão… Consequência? O Benfica ficaria a vencer por 0-1 (o golo de Saviola foi foi aos 24’) contra um Braga reduzido a 10, que forçosamente teria que abdicar de alguém no ataque para repor a zona central da sua defesa. Mas é este o campeonato que temos…digno do seu provável futuro vencedor.
Claro que haverá quem diga que o Braga ganhou com uma fífia enorme de Roberto e um grande golo de Mossoró. Pois… se quisermos ser cegos e não recordar que ainda antes de toda esta novela encenada pelo exótico actor Alain (que durante “a cena” baralha o peito e o pescoço, não sabendo bem do que se queixar…), já os “senhores auxiliares” (já lá vamos…) haviam descoberto um fora de jogo a Jara (em posição regular) que ficaria isolado perante Artur Moraes, naquele que teria sido o primeiro golo do jogo… que com o golo de Saviola (seria o segundo tento encarnado) deveria ter ficado sentenciado.
Talvez para quem esteja menos atento se deva recordar que estes dois auxiliares que agora negaram golo limpo a Jara e promoveram a expulsão de Javi são os mesmos que em Guimarães não assinalaram grande penalidade claríssima sobre Saviola e anularam golo limpo ao Benfica… Tendo isto presente, passamos a ter não apenas um "Xistre" árbitro, mas sim “Três Tristes Xistres”.
Nas deslocações ao Minho (Vimaranenses e Bracarenses) Vitor Pereira teve o cuidado (porquê? a pedido de quem?) de presentear o Campeão Nacional com a nomeação dos auxiliares José Cardinal e Luís Marcelino, trocando Benquerença por Xistra, com os mesmos resultados práticos ao serviço do (provável) próximo Campeão Nacional, inviabilizando qualquer ponta de veracidade nesta edição da liga, manchando-a inevitavelmente com a falta de Verdade Desportiva. Só de uma assentada temos pois tantos Tristes Xistres quantos os dedos de uma mão.
Pensará Vitor Pereira que branqueia o “servicinho feito” vindo para os jornais dizendo sobre o lance chave desta partida que “"Não vislumbrei infracção objectiva para vermelho. Javi Garcia pontapeou a bola e naturalmente continuou o movimento da perna, Alan que se aproximara em corrida, acabou também por potenciar o contacto, que sucedeu no estômago e não no pescoço como o brasileiro teatralizou. Livre e cartão sem razão.”? Brilhantes lágrimas de crocodilo.
Se no ano passado a Norte - perante BRILHANTE e INQUESTIONÁVELMENTE SUPERIOR época do Benfica - tentaram branquear os actos de dois seus jogadores trogloditas baptizando o título vermelho como o “Título dos Túneis”, assistirá aos Benfiquistas (de tão espoliados que foram esta época) o direito de baptizar este (agora) provável título portista de o “Título dos Xistres”.
Se quiséssemos continuar a expor factos, poderíamos recordar que o Sr. Cardinal (que pelos circos que monta acaba por dar mau nome aos palhaços) é afilhado do Sr. Lourenço Pinto, da Associação de Futebol (imagine-se…) do Porto, assumidamente portista, uma das faces que, agarrado ao poder e ao que dele resulta (…), tem garantido o adiamento da aprovação dos estatutos da FPF.
É "Xistre"? É.
Tão "Xistre" quanto verdade que para este grupo de bloqueio a manutenção deste sistema, da forma como o mesmo controla as nomeações dos árbitros (alguém esquece as escutas disponíveis para todos no Youtube?), observadores, relatórios, processos e punições, é um bem maior do que o risco de ver excluídas as Selecções Nacionais de todas as provas da UEFA e da FIFA e as equipas nacionais (inclusivamente a sua) das Competições Europeias de Clubes.
Sintomático da podridão, não?
Para quem não gosta de mera opiniões, recorramos à frieza da matemática e dos números, sim? Já sei que os não benfiquistas questionarão se quando falo em números me refiro aos 5-0 que o Campeão encaixou no Dragão… Não,nem os ignoro... entram nestas contas.
A matemática é simples. Sem sequer escalpelizar como é que nos jogos no “Dragão, Alvalade e Braga” o Campeão nunca terminou com 11 jogadores (coisa pouca…), a verdade é que o BENFICA foi clara e inequivocamente (relendo analises aos casos disponíveis na imprensa desportiva) prejudicado, até ao momento nesta Liga, em 10 pontos, pelo que teria 61 (51+10) pontos:
> 3 pontos em casa com a Briosa (1-2 na 1ªJornada), mérito de:
Cosme Machado + Alfredo Braga e Henrique Parente
> 1 ponto na Madeira com o Nacional (2-1 na 2ªJornada) mérito de:
Pedro Proença + Tiago Trigo e André Campos
> 3 pontos em Guimarães (2-1 na 4ªJornada) mérito de:
Olegário Benquerença + José Cardinal e Luís Marcelino
> 3 pontos em Braga (2-1 na 22ª Jornada) mérito de:
Carlos Xistra + José Cardinal e Luís Marcelino
Só razões muito fortes (de apego ao poder sobre a arbitragem e da manutenção de redes de interesses instalados, financiadas - como se diz por aí à boca cheia - por dinheiros sujos da noite, da corrupção e do que mais pérfido existe na nossa sociedade) podem estar na génese de um posicionamento que é uma sentença de morte à selecção nacional e, pior, aos clubes portugueses que correm o risco de ficar de fora das competições da UEFA, e dos encaixes financeiros que tais provam representam.
Se até ontem pensava que isto era “Triste”, hoje crio um novo vocábulo e penso que é “Xistre”.
Não foi "Xistre" o Benfica ter perdido o jogo ontem na Pedreira, isso algum dia teria de acontecer depois de 18 brilhantes jogos consecutivos a vencer… "Xistre" foi a forma como toda aquela palhaçada foi montada e como, uma vez mais, tudo se passa perante a impunidade de quem devia regular e actuar mas que estará certamente refém deste sistema corrupto e que por isso, comprometido, assobia para o lado.
Não é só "Xistre" ver e sentir o ódio com que a comitiva do Campeão foi recepcionada em Braga que luta actualmente pelo 5º lugar… "Xistre" é perceber que tipo de Administração de um clube é esta que autoriza o seu “speaker” a incitar cânticos não de apoio à equipa que recebe mas contra a equipa que os visita… "Xistre" é não vislumbrar razão para tamanhos festejos no final da partida ao som de “Adio Adio” de José Cid de uma equipa, a de Domingos, que este ano só pode vencer (sonhar) a Liga Europa…
Tão "Xistre" quanto lamentável foi a forma como o árbitro converteu uma falta absurda sobre Javi numa falta contra o Benfica e reduz o campeão nacional a 10 antes do intervalo.
"Xistre" foi estar a ver o jogo e, antes mesmo deste fatídico minuto 41’, ter sentido que isto estava para acontecer. De facto, quando Luisão (19’) fez falta sobre Lima na linha do meio-campo e foi amarelado (ele que estava em risco) e minutos depois (aos 23’) o central Kaká fez falta igual na meia-lua da sua área (!!!) e não viu cartolina amarela, foi perceptível que o palco estava a ser montado. Era um sentimento "Xistre", mas minutos depois provar-se-ia que não estava longe de ser premonitório.
Se o árbitro fosse coerente (idóneo?), Kaká teria visto o primeiro cartão aos 23’ e quando aos 37’ se embrulhou com Saviola deveria ter visto o segundo e consequente expulsão… Consequência? O Benfica ficaria a vencer por 0-1 (o golo de Saviola foi foi aos 24’) contra um Braga reduzido a 10, que forçosamente teria que abdicar de alguém no ataque para repor a zona central da sua defesa. Mas é este o campeonato que temos…digno do seu provável futuro vencedor.
Claro que haverá quem diga que o Braga ganhou com uma fífia enorme de Roberto e um grande golo de Mossoró. Pois… se quisermos ser cegos e não recordar que ainda antes de toda esta novela encenada pelo exótico actor Alain (que durante “a cena” baralha o peito e o pescoço, não sabendo bem do que se queixar…), já os “senhores auxiliares” (já lá vamos…) haviam descoberto um fora de jogo a Jara (em posição regular) que ficaria isolado perante Artur Moraes, naquele que teria sido o primeiro golo do jogo… que com o golo de Saviola (seria o segundo tento encarnado) deveria ter ficado sentenciado.
Talvez para quem esteja menos atento se deva recordar que estes dois auxiliares que agora negaram golo limpo a Jara e promoveram a expulsão de Javi são os mesmos que em Guimarães não assinalaram grande penalidade claríssima sobre Saviola e anularam golo limpo ao Benfica… Tendo isto presente, passamos a ter não apenas um "Xistre" árbitro, mas sim “Três Tristes Xistres”.
Nas deslocações ao Minho (Vimaranenses e Bracarenses) Vitor Pereira teve o cuidado (porquê? a pedido de quem?) de presentear o Campeão Nacional com a nomeação dos auxiliares José Cardinal e Luís Marcelino, trocando Benquerença por Xistra, com os mesmos resultados práticos ao serviço do (provável) próximo Campeão Nacional, inviabilizando qualquer ponta de veracidade nesta edição da liga, manchando-a inevitavelmente com a falta de Verdade Desportiva. Só de uma assentada temos pois tantos Tristes Xistres quantos os dedos de uma mão.
Pensará Vitor Pereira que branqueia o “servicinho feito” vindo para os jornais dizendo sobre o lance chave desta partida que “"Não vislumbrei infracção objectiva para vermelho. Javi Garcia pontapeou a bola e naturalmente continuou o movimento da perna, Alan que se aproximara em corrida, acabou também por potenciar o contacto, que sucedeu no estômago e não no pescoço como o brasileiro teatralizou. Livre e cartão sem razão.”? Brilhantes lágrimas de crocodilo.
Se no ano passado a Norte - perante BRILHANTE e INQUESTIONÁVELMENTE SUPERIOR época do Benfica - tentaram branquear os actos de dois seus jogadores trogloditas baptizando o título vermelho como o “Título dos Túneis”, assistirá aos Benfiquistas (de tão espoliados que foram esta época) o direito de baptizar este (agora) provável título portista de o “Título dos Xistres”.
Se quiséssemos continuar a expor factos, poderíamos recordar que o Sr. Cardinal (que pelos circos que monta acaba por dar mau nome aos palhaços) é afilhado do Sr. Lourenço Pinto, da Associação de Futebol (imagine-se…) do Porto, assumidamente portista, uma das faces que, agarrado ao poder e ao que dele resulta (…), tem garantido o adiamento da aprovação dos estatutos da FPF.
É "Xistre"? É.
Tão "Xistre" quanto verdade que para este grupo de bloqueio a manutenção deste sistema, da forma como o mesmo controla as nomeações dos árbitros (alguém esquece as escutas disponíveis para todos no Youtube?), observadores, relatórios, processos e punições, é um bem maior do que o risco de ver excluídas as Selecções Nacionais de todas as provas da UEFA e da FIFA e as equipas nacionais (inclusivamente a sua) das Competições Europeias de Clubes.
Sintomático da podridão, não?
Para quem não gosta de mera opiniões, recorramos à frieza da matemática e dos números, sim? Já sei que os não benfiquistas questionarão se quando falo em números me refiro aos 5-0 que o Campeão encaixou no Dragão… Não,nem os ignoro... entram nestas contas.
A matemática é simples. Sem sequer escalpelizar como é que nos jogos no “Dragão, Alvalade e Braga” o Campeão nunca terminou com 11 jogadores (coisa pouca…), a verdade é que o BENFICA foi clara e inequivocamente (relendo analises aos casos disponíveis na imprensa desportiva) prejudicado, até ao momento nesta Liga, em 10 pontos, pelo que teria 61 (51+10) pontos:
> 3 pontos em casa com a Briosa (1-2 na 1ªJornada), mérito de:
Cosme Machado + Alfredo Braga e Henrique Parente
> 1 ponto na Madeira com o Nacional (2-1 na 2ªJornada) mérito de:
Pedro Proença + Tiago Trigo e André Campos
> 3 pontos em Guimarães (2-1 na 4ªJornada) mérito de:
Olegário Benquerença + José Cardinal e Luís Marcelino
> 3 pontos em Braga (2-1 na 22ª Jornada) mérito de:
Carlos Xistra + José Cardinal e Luís Marcelino
A outros - por força certamente da muita fruta que generosamente partilham com a gente séria do futebol que temos - foram-lhes oferecidos cerca de 5 pontinhos extra.
Mesmo? Sim, mesmo sem entrar nos casos discutíveis frente a Naval (árbitro Paulo Baptista), Rio Ave (árbitro Vasco Santos) e Nacional da Madeira (árbitro Bruno Paixão), a verdade é que o líder desta Liga teria de pecúlio actual e factual, se houvesse verdade no futebol, apenas 57 (62-5) pontos já que beneficiou de:
> 2 pontos a mais na recepção ao Braga (3-2 na 4ªJornada) com penalty perdoado a Belluschi. Mérito de:
Pedro Proença + Tiago Trigo e André Campos
> 1 ponto a mais em Guimarães (1-1 na 7ªJornada) com penalty perdoado a Fucile. Mérito de:
Carlos Xistra + Alfredo Braga e Luís Tavares
> 2 (até seriam 3) pontos a mais na recepção ao Setúbal (1-0 na 13ªJornada) em que o FCP venceu com um penalty (altamente) duvidoso e viu ainda (para sublinhar esta bela “obra de arte”) o árbitro mandar repetir (em tempo de compensação) um penalty convertido pelo Vitória de Manuel Fernandes. Mérito de:
Elmano Santos + Álvaro Mesquita e José Oliveira
Pois… não há coincidências.
Não há campeões sem mérito? Sim… e tudo leva a crer que se o líder desta Liga a vencer terá tido certamente vários méritos... contudo, alguns méritos acima de todos os outros... o de repor um clima de suspeição absoluta sobre a verdade desportiva; o de repor o sistema vigente das últimas épocas: resolver um campeonato à 4ªJornada; o de reforçar a guerra (ódio?) do Norte contra o Sul (como atestam as chuvas de bolas de golfe sobre as comitivas do Benfica a Norte) que não tem retribuição do Sul para com o Norte.
É "Xistre"? É.
Este será, muito provavelmente, o “Título dos Xistres”.
Mesmo? Sim, mesmo sem entrar nos casos discutíveis frente a Naval (árbitro Paulo Baptista), Rio Ave (árbitro Vasco Santos) e Nacional da Madeira (árbitro Bruno Paixão), a verdade é que o líder desta Liga teria de pecúlio actual e factual, se houvesse verdade no futebol, apenas 57 (62-5) pontos já que beneficiou de:
> 2 pontos a mais na recepção ao Braga (3-2 na 4ªJornada) com penalty perdoado a Belluschi. Mérito de:
Pedro Proença + Tiago Trigo e André Campos
> 1 ponto a mais em Guimarães (1-1 na 7ªJornada) com penalty perdoado a Fucile. Mérito de:
Carlos Xistra + Alfredo Braga e Luís Tavares
> 2 (até seriam 3) pontos a mais na recepção ao Setúbal (1-0 na 13ªJornada) em que o FCP venceu com um penalty (altamente) duvidoso e viu ainda (para sublinhar esta bela “obra de arte”) o árbitro mandar repetir (em tempo de compensação) um penalty convertido pelo Vitória de Manuel Fernandes. Mérito de:
Elmano Santos + Álvaro Mesquita e José Oliveira
Pois… não há coincidências.
Não há campeões sem mérito? Sim… e tudo leva a crer que se o líder desta Liga a vencer terá tido certamente vários méritos... contudo, alguns méritos acima de todos os outros... o de repor um clima de suspeição absoluta sobre a verdade desportiva; o de repor o sistema vigente das últimas épocas: resolver um campeonato à 4ªJornada; o de reforçar a guerra (ódio?) do Norte contra o Sul (como atestam as chuvas de bolas de golfe sobre as comitivas do Benfica a Norte) que não tem retribuição do Sul para com o Norte.
É "Xistre"? É.
Este será, muito provavelmente, o “Título dos Xistres”.
